Downloads Investbizu.com - Lista de Registros do Feed
http://investbizu.com/modules/downloads/
| Data e Hora | Manchete |
|---|---|
| 30/12/2009 10:40 |
Glossário de Economia
Os vocábulos apresentam-se na língua inglesa com a respectiva tradução para o português e seguem-se de suas definições, o que possibilita uma consulta rápida e prática.
|
| 07/12/2009 19:11 |
Os Axiomas de Zurique
Os banqueiros suíços ensinam como ganhar dinheiro em qualquer lugar no mundo. Você será sempre bem-sucedido no mundo dos negócios se seguir regras sobre risco, mobilidade, intuição, esperança e padrões. Logo depois da Segunda Guerra mundial um grupo de banqueiros e emprresários suíços resolveu ganhar dinheiro investindo em várias frentes, de ações a imóveis, de mercadorias a moeda. Neste livro estão as regras infalíveis que os banqueiros estabeleceram para diminuir os riscos enquanto aumentavam cada vez mais os lucros. São 12 axiomas principais e 16 secundários que se aplicam a qualquer tipo de investimento. Neles o leitor encontrará a chave para investir com sucesso à moda suíça.
Nota: Precisa do DreaMule para Baixar |
| 07/12/2009 19:10 |
Traduzindo o Economês
"Traduzindo o economês", de Paulo Sandroni, economista e tradutor da obra clássica de David Ricardo, "Princípios de economia política e tributação", é um instrumento para o cidadão entender a economia brasileira na época da globalização.
Precisa do DreaMule para Baixar |
| 16/11/2009 11:12 |
Carta do IBRE - Banco Central,de novo, em apuros
A economia brasileira vai bem e experimenta um processo de recuperação surpreendentemente vigoroso, a julgar pelos indicadores do nível de atividade após a divulgação das contas nacionais do segundo trimestre deste ano e dos sinais recentes da indústria no terceiro trimestre. A vida dos economistas, porém, tornou-se mais complicada, porque raramente foi tão difícil prever com um nível mínimo de precisão o que vai acontecer com o PIB no ano seguinte. E, dada a dificuldade de se projetar o ritmo da atividade econômica, torna-se igualmente complicado antever o comportamento da inflação no delicado momento político-eleitoral de 2010. Na verdade, o Banco Central vai entrar em mais uma das fases altamente desafiadoras que se sucederam desde a implantação do regime de metas de inflação, em 1999. Seria desejável que a instituição se saísse tão bem quanto nas suas intervenções desde aquela data.
Baixe o arquivo e leia mais |
| 04/08/2009 17:22 |
IPEA - Conjuntura em Foco
O Conjuntura em Foco traz, ainda, análises sobre a reversão positiva da trajetória do saldo em conta corrente, sobre o emprego, inflação, taxa de câmbio e arrecadação federal de impostos e contribuições. O Ipea também reviu sua estimativa de saldo de transações correntes, e agora prevê um déficit entre US$ 10,5 bilhões e US$ 17,5 bilhões para 2009. A previsão anterior era de US$ 18 bilhões a US$ 25 bilhões. "Fomos obrigados a reavaliar nossas previsões porque, neste caso, estávamos mais pessimistas. Essa revisão é um sinal extremamente positivo para a economia brasileira", concluiu Sicsú.
|
| 11/03/2009 09:00 |
Fed Paper: Currency Crashes Can Have Good Economic Effects
In fact, as long as they’re not triggered by an outbreak of inflation, crashes can actually have positive economic outcomes including stronger gross domestic product growth, lower bond yields and rising equity prices.
“Sharp exchange rate depreciations, or currency crashes, are associated with poor economic outcomes in industrial countries only when they are caused by inflationary macroeconomic policies,” wrote Joseph Gagnon, visiting associate director of the Fed’s monetary affairs division. “On the other hand, crashes caused by rising unemployment or external deficits have always had good economic consequences with stable or falling inflation rates,” he wrote in the paper, which had the provocative title: “Currency Crashes in Industrial Countries: Much Ado About Nothing?” The paper was posted on the Fed’s Web site Tuesday. Gagnon looked at 19 episodes going back to the early 1970s through the early 1990s including Italy in 1973, 1976 and 1993; New Zealand in 1975 and 1984; the U.K. in 1976; Portugal in 1977 and 1982; Spain in 1977, 1983 and 1993; Greece in 1980, 1983 and 1985; Sweden in 1983 and 1993; Australia in 1985; Finland in 1992; and the U.S. in 1986. Gagnon defined a crash as a 15% or more currency depreciation over four quarters, though he excluded episodes when the depreciation reversed a previous temporary appreciation or when some of the depreciation was unwound fairly quickly. “Prior to the mid-1980s, inflation was always an important causal factor,” he wrote. “Rising unemployment seems to have become more important later in the sample.” In the case of the U.S., the 1986 crash was precipitated by joint currency intervention against the dollar as well as worries over the U.S. current account deficit. “The depreciation provided a strong and lasting boost to exports,” Gagnon wrote, adding that the current account deficit started to shrink by 1988, inflation stayed steady under 4% and output “continued to grow robustly.” –Brian Blackstone |
| 10/03/2009 10:00 |
Ipea sugere redução gradual da taxa Selic em 2009
"É possível enfrentar a crise de uma forma contundente, fazendo algo que o mundo inteiro está fazendo: reduzindo a taxa de juros." A afirmação foi feita pelo diretor da Diretoria de Estudos Macroeconômicos (Dimac) do Ipea, João Sicsú, ao apresentar ontem, em Brasília, a nota técnica "A gravidade da crise e a despesa de juro do governo"
Produzida pela Dimac, a nota aponta uma esperada queda de arrecadação em 2009 e sugere que "a melhor política é cortar as despesas com juros, que remunera o carregamento da dívida pública". A redução da taxa básica de juros em 2009 traria economia de recursos públicos. O documento analisa as expectativas empresariais de investimento diante da crise, além de apresentar projeções de economia fiscal em simulações para diferentes cenários de redução da taxa de juros. "Cortar gastos sociais, correntes, ou de investimento significa reduzir a demanda da economia e as possibilidades de crescimento. Com menor crescimento, haverá menos arrecadação. Portanto, cortar gastos públicos cujos multiplicadores de renda e emprego são relevantes significa ampliar as dificuldades de arrecadação, criar um problema fiscal e aprofundar a crise de demanda que se instalou no setor privado da economia", alerta João Sicsú. Segundo a nota, a explicação mais plausível para a crise da economia brasileira parece ser que os agentes econômicos estão apreensivos e, em conseqüência, tomam a decisão mais racional do ponto de vista individual: reduzem, de forma drástica, seus gastos. Por um lado, os empresários "engavetam" projetos de investimento, reduzem custos e volume de produção; por outro, os trabalhadores, temendo o desemprego, reduzem seu consumo para formar poupança motivada pela precaução. "Nesse modelo, as "profecias" se auto-realizam", lamenta Sicsú. Em outras palavras, na expectativa de futuro adverso, diminuem-se os gastos no presente e o futuro, de fato, se torna ruim. O documento defende que "a reação a partir da demanda governamental é o único instrumento de combate à crise que pode ser utilizado". Mas adverte que o aumento do gasto público não é suficiente: "o gasto público deve ser ampliado com o objetivo de mudar o quadro expectacional e, por conseguinte, estimular o gasto privado". Segundo o Ipea, o governo tem condições orçamentárias para enfrentar a crise. A situação fiscal brasileira encontra-se muito bem equacionada. Em 2008, o déficit nominal do orçamento federal foi de apenas 1,53% do Produto Interno Bruto (PIB). A relação dívida líquida/PIB descreve uma trajetória muito favorável, tendo atingido, em janeiro, 36,6%. Contudo, em 2009, a arrecadação de impostos, contribuições e taxas tende a uma queda compatível com a redução do nível de atividade econômica. A nota sugere, então, reorganizar o gasto público em 2009, a partir do tipo de gasto e sua capacidade de gerar renda e emprego. O gasto com pagamento de juro, por exemplo, quase não gera renda e emprego, ao contrário dos gastos com investimentos e os gastos sociais (Bolsa Famíia, Previdência etc.). A nota informa que o gasto social via ampliação de programas como o Bolsa Família e o Bolsa atleta tem velocidade máxima de impacto na capacidade de gerar emprego e renda. Afinal, quem recebe esse gasto transforma-o quase que imediatamente em consumo. Além disso, o consumo dessas famílias quase não contém itens importados, que ficaram mais caros com a crise econômica externa. O documento mostra, então, que a política ideal para enfrentar a crise, do ponto de vista fiscal, é combinar a redução da taxa de juro Selic com a ampliação dos gastos sociais e dos gastos de investimentos. |
| 09/02/2009 21:00 |
Sensor Econômico Janeiro 2009
O Sensor Econômico é uma pesquisa mensal realizada pelo Ipea em todo o território nacional por meio de questionários enviados, na segunda semana de cada mês, a 115 entidades de diversas atividades, da agricultura, da indústria, do comércio e serviços, e de trabalhadores. São 24 questões objetivas sobre as expectativas econômicas e sociai
|



Hoje: 0
Ontem: 0
Total de Membros: 113
Visitantes : 6
Membros : 0
Bots : 3
Total: 9
